quarta-feira, 2 de abril de 2008


Alguma vez, meu amor, te disse para não ires?
Para ficares e morreres, mas não partires?
Alguma vez te implorei um beijo por a saudade apertar demais?
Não, nunca, jamais!
Meu amor, diz-me, alguma vez te pedi a eternidade?
Ou supliquei que me amasses por piedade?
Então, agora peço-te, vive-me ardoamente!
Pois o hoje não mente,
O passado, esse, já foi e não nos levou
E pode nem haver futuro para contarmos o que se passou...

1 comentário:

luis nuno barbosa disse...

foste tu a fazer isto?

gostei*